Polícia Civil de Cerquilho prende sete pessoas durante operação contra roubos a condomínios em cidades de SP
10/06/2026
(Foto: Reprodução) Delegacia Cerquilho
Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil de Cerquilho (SP) prendeu, na manhã desta quarta-feira (10), sete pessoas durante uma operação de combate a roubos em condomínios da cidade. Os mandados de prisão foram cumpridos em diferentes municípios do estado.
Ao todo, três mulheres e quatro homens foram presos durante a ação, que ocorreu em São Paulo, Sorocaba, Itapetininga, Angatuba e Cerquilho. Outros dois homens não foram encontrados e são considerados foragidos da Justiça.
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Segundo a corporação, a Operação Dívida de Sangue é relacionada a três roubos que ocorreram em residenciais da cidade entre 2024 e 2025. Em todos os casos, os criminosos, que já possuíam ficha criminal prévia por roubo, furto e tráfico de drogas, agiram com violência contra as vítimas.
Uma das detidas é uma mulher que já havia sido presa recentemente em um caso de maus-tratos envolvendo o filho, de 2 anos, que defecou um preservativo na creche onde estuda. O Conselho Tutelar de Cerquilho está sendo investigado por suposta prevaricação no caso, que aconteceu em 14 de maio.
Segundo a Polícia Civil, as conselheiras teriam orientado as funcionárias da unidade a dar descarga e não comunicar o ocorrido às autoridades.
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A criança foi levada ao hospital pelas conselheiras, que não permitiram que ela fosse acompanhada pela professora e pela diretora da creche. As investigações apontam ainda que o menino foi liberado da unidade hospitalar e entregue à mãe sem o consentimento da polícia.
Os policiais foram até a casa da família, no Parque das Árvores, e constataram que as crianças não tinham acesso à água e se alimentavam diretamente no chão da residência, que estava coberto por fezes e outros excrementos.
A Polícia Civil também investiga se um dos menores foi vítima de abuso sexual. As crianças passaram por exames no Instituto Médico Legal (IML) e foram acolhidas pelo Conselho Tutelar.
A mulher foi presa pelos crimes de maus-tratos, estupro de vulnerável e desacato. Ela teve a prisão domiciliar decretada pela Justiça, porém, esta foi convertida para preventiva após os agentes não a encontrarem em casa durante uma vistoria.
As investigações continuam em andamento pela delegacia da cidade.
Polícia informou que as crianças comiam no chão da casa, que estava coberto de sujeira
Polícia Civil/Divulgação
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